No balanço das horas

sinto inveja de todo o resto que a mim me escapa pra teu redor desesperadamente proximos como o cheiro de teu nome nas minhas ideias
sinto inveja do sol e o chão, de um porque te toca e outro deixar tocar, assim, tão, comumente proximos...
mas sabem de mim das coisas? sou eu teu corpo quando te tomo toda em bordado e te visto de saudade pra que no balanço das horas, te possa ninar, e mimo. e, fatalmente, digo em um só riso: ninguem mais tem. ah, sim, me invejam bem.

2 comentários:

Be Lins disse...

Gus,
é sempre é um prazer desfrutar das suas palavras, e,
quando acontece de tê-las associadas a algo meu, é uma sensação. Bem sabes que eu admiro sobremaneira seus versos, suas prosas, seus gestos, seu caminhar,

e muito me honra tê-lo como amigo.

O beijo é grande e o carinho,
infinito.

Be

Vivência Lombradis disse...

muito gostoso poder te inspirar meu amor, xero no olhinho..

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